Espécie / Nome Científico: Canna indica (L.)
Família: Cannaceae
Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/8034409 nativa de amplas regiões da América Tropical e subtropical, ocorrendo no sul dos Estados Unidos, América Central, Caribe e grande parte da América do Sul. A espécie foi introduzida em diversas regiões tropicais e subtropicais do mundo, incluindo amplas áreas da África, Ásia e Oceania, além de numerosas ilhas do Atlântico, Pacífico e oceano Índico. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:319130-2.
Status de Conservação: a espécie não é considerada ameaçada. Royal Botanic Gardens, Kew. Plants of the World Online – Canna indica. https://powo.science.kew.org/.
Uso Medicinal: anti-inflamatória, diurética, cicatrizante, febre, infecções leves e problemas urinários. Duke, J. A. (2002). Handbook of Medicinal Herbs. CRC Press.
Outros Usos: os rizomas ricos em amido servem como fonte para produção de farinha utilizado na alimentação. A planta serve no tratamento natural de águas residuais, devido à sua capacidade de absorver nutrientes e poluentes. Ornamental. Lorenzi, H.; Matos, F. J. A. (2008). Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum. Brickell, C. (2016). RHS Encyclopedia of Garden Plants. Royal Horticultural Society.
Visão Geral: a espécie pode contribuir para a estabilização de solos em áreas úmidas e fornecer abrigo para pequenos organismos. Suas flores vistosas também atraem polinizadores como insetos e aves, auxiliando nos processos ecológicos locais. Flora of North America Editorial Committee. Flora of North America – Cannaceae.
Algumas espécies do gênero Canna são utilizadas em sistemas de fitorremediação, ajudando a remover nutrientes e metais de águas residuais em projetos de tratamento ecológico. Vymazal, J. (2011). Plants used in constructed wetlands with horizontal subsurface flow: a review. Hydrobiologia.