Espécie / Nome Científico: Kalanchoe crenata (Andrews) Haw.
Família: Crassulaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:274311-1 nativa: Angola, Benin, Botswana, Burkina, Burundi, Camarões, Províncias do Cabo, República Centro-Africana, Chade, Congo, RD Congo, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Golfo da Guiné, Costa do Marfim, Quénia, KwaZulu-Natal, Malawi, Mali, Moçambique, Níger, Nigéria, Ruanda, Arábia Saudita, Serra Leoa, Tanzânia, Uganda, Iémen, Zâmbia, Zimbabué Introduzido em: Bahamas, Bangladesh, Bermudas, Brasil Norte, Brasil Nordeste, Brasil Sul, Brasil Sudeste, Brasil Centro-Oeste, Cuba, República Dominicana, El Salvador, Flórida, Guatemala, Ilhas de Sotavento, Porto Rico, Vietnã
Status de Conservação: não considerada ameaçada de extinção. CNCFlora; LORENZI, 2008.
Uso Medicinal: anti-inflamatória, cicatrizante, antimicrobiana, feridas e infecções cutâneas. MARTINS, 2000; estudos fitoquímicos em Crassulaceae.
Outros Usos: cultivada como ornamental e em jardins medicinais. LORENZI, 2008.
Visão Geral: espécie suculenta adaptada a ambientes com limitação hídrica, desempenhando papel na proteção e cobertura do solo, com redução da perda de água e dos processos erosivos. Suas flores atuam como fonte de recursos para polinizadores, especialmente insetos. Em áreas antropizadas, destaca-se pela alta resistência, contribuindo para a manutenção da vegetação em condições ambientais adversas. LORENZI, 2008.
Possui alta capacidade de regeneração celular, sendo frequentemente estudada por seu potencial em processos de cicatrização. Literatura botânica sobre Crassulaceae.