Espécie / Nome Científico: Pluchea sagittalis (Lam.)
Família: Asteraceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:203916-2. Nordeste da Argentina, Noroeste da Argentina, Bolívia, Norte do Brasil, Nordeste do Brasil, Sul do Brasil, Sudeste do Brasil, Centro-Oeste do Brasil, Colômbia, Flórida, Paraguai, Trinidad e Tobago, Uruguai e Venezuela.
Status de Conservação: não é considerada ameaçada. IUCN Red List.
Uso Medicinal: antidispéptica, carminativa, antiespasmódica, digestivo, expectorante, anti-inflamatória, febrífuga, tônica, calmante, eupéptica, sedativa, hepatoprotetora, gonorreia, antitussígena, antipirética, antisséptica, antimalárica. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/pluchea-sagittalis.
Outros Usos: as folhas podem ser utilizadas como forragem para animais. Além de propriedades aromáticas e banhos medicinais. Ornamental. Lorenzi (2002); Plantas Medicinais no Brasil. Flora do Brasil 2020.
Visão Geral: espécie característica de áreas alagadas, desempenhando importante papel na estabilização do solo e na ciclagem de nutrientes. Atua como planta pioneira em ambientes úmidos, favorecendo o estabelecimento da vegetação e oferecendo recursos para diversos insetos, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e funcionando como indicadora da qualidade desses ecossistemas. MISSOURI BOTANICAL GARDEN. Tropicos.org. St. Louis: Missouri Botanical Garden. Disponível em: https://www.tropicos.org
Espécie consumida na forma de infusão e, em algumas regiões, adicionada ao chimarrão ou ao mate devido às suas propriedades digestivas e aromáticas. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. p. 154.