Espécie / Nome Científico: Palicourea rigida Kunth (≡ H.B.K.)
Família: Rubiaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:759300-1 Bolívia, Norte do Brasil, Nordeste do Brasil, Sul do Brasil, Sudeste do Brasil, Centro-Oeste do Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. CNCFlora.
Uso Medicinal: desordens urinária e tratamento do aparelho reprodutico feminino, citotóxica e antimicrobiana. Obs.: cautela devido à escassez de estudos sobre sua segurança de uso. https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/1066/1/muiaraaparecidamoraes.pdf.
Outros Usos: ornamental. Taylor, C. M. The genus Palicourea (Rubiaceae). Missouri Botanical Garden
Visão Geral: espécie característica do Cerrado, adaptada a solos pobres e condições de seca, contribuindo para a estabilidade ecológica do bioma. Suas flores atraem beija-flores, favorecendo a polinização, enquanto seus frutos servem de alimento para aves, auxiliando na dispersão de sementes. Dessa forma, participa da manutenção da biodiversidade, da estrutura do sub-bosque e dos processos de regeneração natural dos ecossistemas savânicos. Flora do Brasil 2020; literatura ecológica do Cerrado.
Algumas espécies próximas do gênero Palicourea são conhecidas por conter substâncias tóxicas para o gado, sendo chamadas de “plantas assassinas do Cerrado”. Literatura agropecuária brasileira.