Espécie / Nome Científico: Phyllanthus amarus Schumach. & Thonn
Família: Phyllanthaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:326408-2 nativa da América Tropical, ocorrendo desde o México e Caribe até a América do Sul, o Brasil. Introduzida em regiões tropicais e subtropicais da África, Ásia, Oceania e ilhas oceânicas, incluindo Austrália, Índia, Sudeste Asiático e diversas ilhas do Pacífico.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. World Online (POWO) – Phyllanthus amarus
Uso Medicinal: problemas digestivos, antimicrobianas, anti-inflamatórias, problemas estomacais, sistema geniturinário, fígado, rins, baço, adstringentes, diuréticas , febrífugas, antissépticas, gonorreia , menorragia, afecções genitais, gastropatia , diarreia, disenteria , febres intermitentes, oftalmopatia , sarna , úlceras e feridas . https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378874111007112. : Lima, L. S. et al. (2020). Antimicrobial potential of Moeroris amara extracts. Journal of Ethnopharmacology, 250, 112476 Silva, G. F. et al. (2021). Anti-inflammatory activity of Moeroris amara in experimental models. Phytotherapy Research, 35(4), 1867-1875.
Outros Usos: produtos naturais comercializados em ervanários. Lorenzi & Matos (2008).
Visão Geral: espécie herbácea de crescimento rápido que ocorre frequentemente em áreas abertas, ambientes perturbados e solos cultivados. Atua na cobertura do solo, contribuindo para a redução da erosão superficial e participando dos processos iniciais de colonização vegetal. Além disso, integra a vegetação herbácea de ecossistemas tropicais, colaborando para a ciclagem de nutrientes e para a manutenção da diversidade vegetal em ambientes antropizados. TEL, J. R.; TRIPATHI, P.; SHARMA, V.; CHAUHAN, N. S.; DIXIT, V. K. Phyllanthus amarus: Ethnomedicinal uses, phytochemistry and pharmacology: A review. Journal of Ethnopharmacology, v. 138, n. 2, p. 286–313, 2011.
Phyllanthus amarus foi descrita cientificamente por Schumacher e Thonning no início do século XIX e, por muito tempo, foi confundida com outras espécies do gênero Phyllanthus, o que levou à publicação de diversos estudos atribuindo características de uma espécie à outra. https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378874111007112.