Espécie / Nome Científico: Salvia officinalis L.
Família: Lamiaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:456833-1 nativa do sul da Europa, ocorrendo na Albânia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Espanha, Suíça e na região dos Bálcãs. Introduzida em diversas regiões da Europa, norte da África, Ásia e América do Norte, incluindo Áustria, Reino Unido, Irlanda, Portugal, Romênia, Ucrânia, Argélia, Marrocos, Tunísia, Coreia, Síria e Líbano, além do Canadá e de numerosos estados dos Estados Unidos. Também foi introduzida em ilhas do Atlântico e do Mediterrâneo, como Açores, Canárias, Baleares, Sardenha e Sicília, bem como no Uruguai.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/203260/2762648.
Uso Medicinal: inflamações da garganta e boca, distúrbios digestivos, sudorese excessiva, antisséptica e anti-inflamatória. Obs.: tujona; evitar uso prolongado e durante a gestação; contraindicação em epilepsia. BLUMENTHAL, M. et al. (2000).
Outros Usos: em tempero culinário e na indústria de cosméticos. Ornamental. LORENZI; MATOS (2008).;
Visão Geral: desempenha importante papel ecológico ao fornecer néctar e pólen para abelhas e outros insetos polinizadores. Suas flores são adaptadas à polinização por abelhas, por meio de um mecanismo estaminal especializado que favorece a transferência eficiente de pólen e contribui para a reprodução da espécie e a manutenção das interações planta-polinizador. CLAßEN-BOCKHOFF, R.; WESTER, P.; TWERASER, E. The staminal lever mechanism in Salvia L. (Lamiaceae): a review. Plant Biology, v. 5, n. 1, p. 33-41, 2003.
Seu nome deriva do latim salvare, que significa “curar”, refletindo sua longa tradição medicinal. GLEDHILL, D. The Names of Plants. 4. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2008. (Obra clássica sobre a origem dos nomes botânicos.)