Espécie / Nome Científico: Ginkgo biloba L.
Família: Ginkgoaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names: 262125-1 nativa do sudeste da China. Introduzida em outras regiões da China, além de países como Áustria, Japão, Coreia, Romênia e Estados Unidos (Illinois).
Status de Conservação: espécie está ameaçada de extinção. Com base nos critérios B1+2c. https://www.iucnredlist.org/species/32353/9700472.
Uso Medicinal: doença arterial oclusiva periférica, zumbido de origem vascular e involutiva, vertigem de origem vascular e involutiva, melhora da circulação e função cognitiva. Obs.: pode potencializar anticoagulantes e antiagregantes plaquetários. Suspender antes de procedimentos cirúrgicos. EMA. Assessment Report on Ginkgo biloba. Disponível em: https://www.ema.europa.eu/en/documents/herbal-comments/final-overview-comments-received-european-union-herbal-monograph-ginkgo-biloba-l-folium_en.pdf
Outros Usos: indústria farmacêutica e cosmética. Utilizada na arborização urbana. Lorenzi (2003).
Visão Geral: relevante para áreas urbanas, sendo amplamente utilizado na arborização por sua elevada resistência à poluição atmosférica, pragas e condições climáticas adversas. A espécie contribui para a melhoria da qualidade do ar e para o sombreamento urbano. Além disso, representa um importante patrimônio evolutivo, sendo considerada um “fóssil vivo”. Encyclopaedia Britannica – Ginkgo
Considerado um “fóssil vivo”, sobreviveu por milhões de anos e resistiu aos efeitos da bombings of Hiroshima and Nagasaki. Crane (2013). Van Beek (2002).