Espécie / Nome Científico: Aniba rosodora Ducke
Família: Lauraceae
Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/10823001 Norte do Brasil, Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:13880-2
Status de Conservação: espécie ameaçada de extinção (Em Perigo – EN). (IUCN). The IUCN Red List of Threatened Species.
Uso Medicinal: antisséptico leve, calmante, antimicrobianas e relaxante. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.
Outros Usos: óleo essencial utilizado na indústria de perfumaria de luxo. Matéria-prima histórica para fragrâncias internacionais. Madeira utilizada localmente. Potencial para projetos de reflorestamento e conservação na Amazônia. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. REVILLA, J. Plantas da Amazônia: Oportunidades Econômicas e Sustentáveis. Manaus: INPA, 2001.
Visão Geral: espécie arbórea de médio a grande porte que compõe o estrato arbóreo da floresta amazônica, de modo sustentável e equilíbrio ecológico da floresta. Seus frutos servem de alimento para aves e outros dispersores. CARVALHO, J. E. U. Aniba rosaeodora Ducke.” In: CLAY, J. W.; SAMPAIO, P. T. B.; CLEMENT, C. R. (org.). Biodiversidade amazônica: exemplos e estratégias de utilização. Manaus: INPA, 2000.
O pau-rosa (Aniba rosaeodora) ficou mundialmente famoso porque seu óleo essencial foi um dos principais ingredientes do icônico perfume Chanel Nº 5, lançado em 1921 pela marca francesa Chanel. Devido à exploração intensa para extração do óleo rico em linalol, a espécie sofreu grande redução populacional na Amazônia ao longo do século XX. MAY, P. H.; BARATA, L. E. S. “Rosewood exploitation in the Brazilian Amazon: options for sustainable production.” Economic Botany, v. 58, n. 2, p. 257–265, 2004.