Espécie / Nome Científico: Solidago chilensis Meyen
Família: Asteraceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:249473 nativa do sul da América do Sul, ocorrendo na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, além das Ilhas Juan Fernández. Introduzida em partes da Europa, incluindo Espanha, Açores e Madeira, além de regiões da América Latina, como Colômbia, Peru e Porto Rico.
Status de Conservação: não é considerada ameaçada de extinção. CENTRO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA FLORA (CNCFlora)
Uso Medicinal: bico-de-papagaio, esporão, cicatrizante, analgésica, anti-inflamatória, próstata, anemia, bronquite, gripe, pneumonia, depurativa, anti-hipertensiva, relaxante muscular, estomáquica, vermífuga, inflamação uterina, renal, constipação intestinal, pneumonia, hematomas, contusões, dores musculares e articulares, feridas e inflamações na pele. ANVISA (2010). Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.; https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/solidago-chilensis.
Outros Usos: ornamental. Lorenzi (2016).
Visão Geral: é uma espécie nativa que desempenha importante papel ecológico em campos naturais, áreas abertas e ambientes em regeneração. Suas inflorescências produzem grande quantidade de néctar e pólen, atraindo abelhas, borboletas e outros insetos polinizadores, contribuindo para a manutenção da biodiversidade. Além disso, auxilia na cobertura e estabilização do solo, participa da ciclagem de nutrientes e integra os processos de sucessão ecológica em áreas perturbadas. ARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO. Flora e Funga do Brasil. Solidago chilensis Meyen.
Relacionada ao uso tradicional de “arnica-do-campo” na medicina popular sul-americana. Flora do Brasil 2020 – Jardim Botânico do Rio de Janeiro.