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jarrinha

Aristolochia triangularis Cham
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Aristolochia triangularis Cham

Família: Aristolochiaceae

Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/7313743 Nordeste da Argentina, Bolívia, Norte do Brasil, Sul do Brasil, Sudeste do Brasil, Centro-Oeste do Brasil, Paraguai e Uruguai. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:93402-1

Status de Conservação: não consta como ameaçada. (IUCN). https://www.iucnredlist.org.

Usos Práticos

Uso Medicinal: anti-inflamatória, analgésica, distúrbios digestivos, reumatismo e antídoto para picadas de serpentes. Obs.: espécies do gênero Aristolochia contêm ácidos aristolóquicos, substâncias potencialmente nefrotóxicas e carcinogênicas, cujo uso interno não é considerado seguro pela literatura científica atual. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.

Outros Usos: ornamental . LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. CAPELLARI JUNIOR, L. Aristolochiaceae do Brasil. São Paulo: Instituto de Botânica. USDA, NRCS. Aristolochia triangularis Cham. Plants Database. United States Department of Agriculture.

Importância Ecológica

Visão Geral: serve como planta hospedeira para larvas de borboletas, especialmente da família Papilionidae (como espécies do gênero Battus); contribui para a manutenção da biodiversidade em áreas de mata e bordas florestais; Importante em interações ecológicas especializadas com insetos polinizadores. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. CAPELLARI JUNIOR, L. aristolochiaceae do Brasil. São Paulo: Instituto de Botânica. USDA, NRCS. Aristolochia triangularis Cham. Plants Database. United States Department of Agriculture.

Curiosidade

O formato incomum das flores atua como mecanismo de polinização especializado, frequentemente envolvendo insetos que ficam temporariamente presos na estrutura floral, garantindo a transferência de pólen. Esse tipo de adaptação é comum no gênero Aristolochia. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.