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canela-de-velho

Miconia albicans (Sw.) Steud.
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Miconia albicans (Sw.) Steud.

Família: Melastomataceae

Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:1125568-2 nativa da América Tropical, ocorrendo na América Central, Caribe e América do Sul, incluindo todas as regiões do Brasil, além de países como Colômbia, Peru, Paraguai e Venezuela.

Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/144278694/148995028.

Usos Práticos

Uso Medicinal: anti-inflamatória, analgésica, dor nas articulações, tônico, antioxidante, antimicrobiana, antitumoral. MARTINS, 2000. https://www.embrapa.br/documents/1355054/26025431/SITE+ARVORES_FICHA_52_Miconia+albicans.pdf/b56fb604-1577-03c0-2e90-50301f395c6e.

Outros Usos: utilizada na construção. Ornamental. https://www.embrapa.br/en/international. Flora do Brasil 2020.

Importância Ecológica

Visão Geral: espécie pioneira de grande importância nos processos de regeneração ecológica, especialmente em áreas degradadas do Cerrado. Contribui para a estabilização do solo, auxilia na redução da erosão e favorece a melhoria das condições microclimáticas. Seus frutos servem de alimento para aves, que atuam na dispersão de sementes, promovendo a restauração da vegetação nativa. Por essas características, é considerada uma espécie-chave nos estágios iniciais da sucessão ecológica. Flora do Brasil 2020; literatura ecológica do Cerrado.

Curiosidade

Suas folhas prateadas refletem a luz solar, funcionando como um “protetor natural” contra o calor intenso do Cerrado. Larcher (2006). Ehleringer & Mooney (1978).

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.