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hortelã-doce

Lippia dulcis Trevir.
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Lippia dulcis Trevir.

Família: Verbenaceae

Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:141103-2 nativa da América Tropical, ocorrendo na América Central, Caribe e norte da América do Sul, incluindo países como Belize, Costa Rica, Cuba, México, Nicarágua, Panamá e Venezuela.

Status de Conservação: não possui, até o momento, uma avaliação global amplamente reconhecida na Lista Vermelha da International Union for Conservation of Nature.

Usos Práticos

Uso Medicinal: tosse, bronquite e outras afecções respiratórias. Compadre, C. M.; Robbins, E. F.; Kinghorn, A. D. The intensely sweet herb, Lippia dulcis Trev.: historical uses, field inquiries, and constituents. Journal of Ethnopharmacology, v. 15, n. 1, p. 89–106, 1986.

Outros Usos: utilizada como adoçante natural devido à presença de hernandulcina. Pode compor jardins funcionais (paisagismo). Duke (2002); Lorenzi (2008)

Importância Ecológica

Visão Geral: é uma espécie herbácea que contribui para a cobertura do solo, auxiliando na conservação da umidade e na proteção contra processos erosivos. Suas flores fornecem recursos para insetos visitantes, favorecendo interações ecológicas em ambientes onde ocorre. Além disso, integra a vegetação de áreas úmidas e ambientes alterados, participando da dinâmica ecológica e da diversidade vegetal local. Flora e Funga do Brasil. Lippia dulcis Trevir.

Curiosidade

Contém hernandulcina, substância extremamente doce, superior ao açúcar. Flora do Brasil 2020 (JBRJ); Duke (2002); Corrêa (1984).

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.