Espécie / Nome Científico: Ocimum basilicum L.
Família: Lamiaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:452874-1 nativa do sul e sudeste da Ásia, ocorrendo desde a Índia, Bangladesh e Himalaia até o sul da China, Tailândia, Vietnã, Malásia e Filipinas. Introduzida em diversas ilhas e regiões tropicais do Oceano Índico e Pacífico, incluindo Fiji, Maldivas, Java, Sumatra e Ilhas Nicobar.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. IUCN.
Uso Medicinal: digestiva, antiespasmódica, anti-inflamatória e antimicrobiana. Obs.: altos teores de estragol em alguns quimiotipos; recomenda-se cautela durante a gestação. Simon et al. (1990) Duke, J.A.; Lorenzi & Matos (2008).
Outros Usos: amplamente utilizada como tempero culinário e na produção de óleos essenciais. Lorenzi & Matos (2008).
Visão Geral: fundamental por fornecer néctar e pólen para abelhas, vespas, sirfídeos e outros insetos polinizadores, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e das interações ecológicas. Suas flores favorecem a atividade de polinizadores em ambientes cultivados e agroecossistemas, auxiliando os serviços ecossistêmicos de polinização. Além disso, pode contribuir para a diversidade funcional da vegetação e para o equilíbrio ecológico em jardins e sistemas agroecológicos. Raju, A. J. S.; Ezradanam, V. Reproductive Ecology of Ocimum americanum L. and O. basilicum L. (Lamiaceae) in India. Registra visitas frequentes de abelhas e outros polinizadores às flores de O. basilicum.
O nome basilicum deriva do grego basilikón, que significa "real" ou "régio", refletindo a elevada estima que a planta recebia desde a Antiguidade. Duke, J. A. (2002). Handbook of Medicinal Herbs. 2nd ed. CRC Press.