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gervão-roxo

Stachytarpheta cayennensis (Rich.) Vahl
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Stachytarpheta cayennensis (Rich.) Vahl

Família: Verbenaceae

Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:1126344-2 nativa das Américas, ocorrendo desde o México, América Central e Caribe até a América do Sul, com ampla distribuição no Brasil e em diversos países da região. Introduzida em regiões tropicais da África, Ásia e Oceania, além de diversas ilhas do Pacífico, onde ocorre fora de sua área de distribuição natural.

Status de Conservação: não considerada ameaçada de extinção. ARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO. Flora e Funga do Brasil.

Usos Práticos

Uso Medicinal: bactericida, laxante, antiviral, anti-hipertensiva, anti-inflamatória, antialérgica, hipoglicemiante, antiparasitária, antitérmica, galactagoga, cólicas hepáticas, problemas na gravidez e parto, constipação intestinal, anti-helmíntica, antidisintérica, úlceras purulentas, estimulante digestivo, resfriados, gripes, bronquite, contusões, afecções cutâneas, emenagoga, diurética, analgésica, anti-hemorroidária, antimalárica e problemas urinários. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/stachytarpheta-cayennensis

Outros Usos: planta melífera de grande importância para abelhas e outros insetos. Ornamental. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.

Importância Ecológica

Visão Geral: atrai uma grande diversidade de polinizadores, especialmente abelhas e borboletas, desempenhando importante papel na manutenção das interações ecológicas. Atua como espécie pioneira em áreas degradadas, contribuindo para a recuperação ambiental, a estabilização do solo e a redução dos processos erosivos. Além disso, favorece a manutenção da biodiversidade local e integra as cadeias ecológicas características de ambientes abertos. Flora do Brasil 2020.

Curiosidade

Suas inflorescências florescem gradualmente da base para o ápice, produzindo poucas flores por vez ao longo de um período prolongado. ORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.