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crotalária

Crotalaria spectabilis Roth
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Crotalaria spectabilis Roth

Família: Fabaceae

Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:322612-2 nativa do sul e sudeste da Ásia, ocorrendo desde regiões do Himalaia e subcontinente indiano até a China meridional e países do sudeste asiático. Introduzida em diversas regiões tropicais e subtropicais das Américas, África e Oceania, incluindo todas as regiões do Brasil, além de numerosas ilhas do Caribe, Pacífico e oceano Índico.

Status de Conservação: não considerada ameaçada. CABI. Invasive Species Compendium: Crotalaria spectabilis. https://www.cabi.org.

Usos Práticos

Uso Medicinal: apesar de algumas espécies do gênero Crotalaria terem usos na medicina tradicional, a Crotalaria spectabilis é considerada tóxica, devido à presença de alcaloides pirrolizidínicos (como a monocrotalina), podendo causar danos hepáticos e pulmonares. Obs.: seu uso medicinal não é recomendado. TOKARNIA, C. H. et al. Plantas tóxicas do Brasil. Rio de Janeiro: Helianthus, 2012.

Outros Usos: adubo verde, fixação biológica de nitrogênio no solo, controle de nematoides, cobertura vegetal para proteção do solo e produção de biomassa. Utilizado em jardins rurais, áreas experimentais/agroecológicas, projetos de cobertura vegetal. EMBRAPA. Adubação verde e plantas de cobertura no Brasil. Brasília: Embrapa, 2014. LORENZI, H. Plantas para jardim no Brasil. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2013.

Importância Ecológica

Visão Geral: melhora a fertilidade e estrutura do solo, aumenta a matéria orgânica, reduz erosão e auxilia no controle biológico de pragas do solo. WUTKE, E. B. et al. Adubação verde no Brasil. Campinas: Instituto Agronômico, 2009.

Curiosidade

É conhecida como “crotalária” e usada como planta-armadilha contra nematoides, pode causar intoxicação em animais de produção, especialmente bovinos, além de produzir grande quantidade de biomassa em pouco tempo. TOKARNIA, C. H. et al. Plantas tóxicas do Brasil. Rio de Janeiro: Helianthus, 2012.

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.