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asystasia

Asystasia gangetica (L.) T.Anderson
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Asystasia gangetica (L.) T.Anderson

Família: Acanthaceae

Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/3173254 nativa das Ilhas Andaman, Assam, Bangladesh, Camboja, Índia, Ilhas Menores da Sonda, Myanmar, Nova Guiné, Território do Norte, Queensland, Sri Lanka, Tailândia, Vietnã, Austrália Ocidental.1 A espécie foi introduzida em diversas regiões tropicais do mundo, incluindo partes da América Central e do Caribe, além de áreas da África e do sul e sudeste da Ásia, ocorrendo também em numerosas ilhas do Atlântico, do oceano Índico e do Pacífico. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:45742-1.

Status de Conservação: não é considerada ameaçada globalmente. POWO – Plants of the World Online. Royal Botanic Gardens, Kew. Asystasia gangetica (L.) T. Anderson. IUCN Red List.

Usos Práticos

Uso Medicinal: inflamação, dores leves, infecções respiratórias e atividade antioxidante. POWO – Plants of the World Online. Royal Botanic Gardens, Kew. Asystasia gangetica (L.) T. Anderson. TROPICOS. Missouri Botanical Garden. Asystasia gangetica. Literatura etnobotânica africana sobre Acanthaceae.

Outros Usos: ornamental. POWO – Plants of the World Online. Royal Botanic Gardens, Kew. Asystasia gangetica (L.) T. Anderson. CABI – Invasive Species Compendium. Asystasia gangetica.

Importância Ecológica

Visão Geral: atua como fonte de néctar para abelhas e borboletas, cobertura vegetal eficiente, auxiliando na proteção do solo contra erosão. Em determinadas regiões pode apresentar comportamento invasor devido ao crescimento vigoroso. LORENZI, H. Plantas ornamentais no Brasil. Instituto Plantarum. CABI – Invasive Species Compendium. Asystasia gangetica.

Curiosidade

O nome “gangetica” faz referência histórica ao rio Ganges, embora a espécie seja africana - um equívoco botânico comum na nomenclatura antiga. É conhecida popularmente como “coral-creeper” ou “Chinese violet” em países de língua inglesa. Lorenzi, H. (2015). Plantas Daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4ª ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum.

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
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