Espécie / Nome Científico: Bidens pilosa L.
Família: Asteraceae
Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/5391845 a espécie é nativa de amplas regiões da América Tropical, ocorrendo na América Central, Caribe e grande parte da América do Sul, estendendo-se do México e sul dos Estados Unidos até o Uruguai e norte da Argentina. 1 Além disso, foi introduzida em diversas regiões tropicais e subtropicais do mundo, incluindo amplas áreas da África, Europa, Ásia e Oceania, ocorrendo também em numerosas ilhas do Atlântico, Pacífico e oceano Índico. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:32564-2.
Status de Conservação: não Avaliada (NE)”, mas com tendência geral considerada de baixo risco de extinção, devido à sua ampla distribuição mundial. POWO – Plants of the World Online (Royal Botanic Gardens, Kew). Bidens pilosa L. Disponível em: https://powo.science.kew.org/
Uso Medicinal: antimalárica, aftas, antibacteriana, antigripal, hipoglicemiante, hepatoprotetora, antitumoral, antirreumática, distúrbios intestinais, antifúngica, antiviral, moluscicida, citotóxica, anti-infecciosa do sistema urinário, antipirética, emenagoga, carminativa, antidisentérica, dor de cabeça, calmante da pele, laxativa, antiemética, antianginosa, feridas, hemostática, sedativa, radioprotetora, anti-hemorrágica, hipotensora, antisséptica, pneumonia, lesão cutânea, antifúngica, anti-helmíntica, antiparasitária intestinal, vulnerária, expectorante, anti-inflamatória, infecções pelo vírus da raiva, analgésica nas dores articulares, diurética, depurativa, parasita, hipocolesterolemiante, vermífuga, anti-hemorroidária, dores de dente, catártica, tônica do sangue, infecções gástricas e renais, antiespasmódica, antidoto nos casos de envenenamento, gastroprotetora, antirreumática, tranquilizante, cicatrizante antiartrítica, amigdalites, dor de ouvido, desordens estomacais e intestinais, distúrbios neuronais, antiofídica, icterícia, antianginosa, anemia, hipotensora, anti-hipertensiva. infecção de garganta e calor espinhoso, antitussígena, úlcera gástrica, antiasmática, gastrite, uterinas e irregularidade menstrual. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/bidens-pilosa.
Outros Usos: na culinária consumidas como hortaliça ou em sopas em algumas culturas. Uso como chá. Forragem: pode servir como alimento para animais em pequenas quantidades. Na agrícola com inseticida e antifúngica. BARTOLOME, A. P.; VILLASEÑOR, I. M.; YANG, W. C. Bidens pilosa L. (Asteraceae): botanical properties, traditional uses, phytochemistry and pharmacology. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2013 LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Instituto Plantarum, 2008.
Visão Geral: desempenha papel ecológico relevante como planta pioneira, colonizando rapidamente áreas perturbadas. Suas flores fornecem néctar e pólen para abelhas, borboletas e outros insetos polinizadores, contribuindo para a biodiversidade local, além de recuperação inicial do solo em ambientes degradados. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Instituto Plantarum, 2008. SIMÕES, C. M. O. et al. Farmacognosia: do produto natural ao medicamento. UFRGS, 2017.
Seus frutos são pequenos aquênios com “ganchos” na extremidade, que se prendem facilmente em roupas, pelos de animais e penas de aves. Esse mecanismo faz dela uma espécie altamente eficiente na dispersão por epizoocoria, permitindo que se espalhe rapidamente por diferentes ambientes, inclusive áreas urbanas e agrícolas. Gleason, H. A., & Cronquist, A. (1991). Manual of Vascular Plants of Northeastern United States and Adjacent Canada. New York Botanical Garden.