Espécie / Nome Científico: Viola odorata L.
Família: Violaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:868828-1 nativa de grande parte da Europa, do norte da África e da Ásia Ocidental, ocorrendo desde a região do Mediterrâneo até a Turquia, o Cáucaso, o Irã e o Iraque. Introduzida em regiões da América do Norte, América Central e América do Sul, incluindo países como Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela. Também ocorre em partes da Europa, África, Ásia e Oceania, além de diversas ilhas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/203495/2766319.
Uso Medicinal: tosse, resfriados, bronquite, dor de garganta, insônia, epilepsia, constipação, palpitações, dispneia, disúria, doenças de pele, anti-inflamatória, analgésica, antioxidante, diurética, anti-hipertensiva e antibacteriana. Feyzabadi et al. (2017).
Outros Usos: na culinária em geleias, xaropes florais, doces cristalizados, decoração de bolos e sobremesas aromatização de bebidas e na indústria de cosmético. McGee, Harold (2004). On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner.
Visão Geral: é uma importante fonte precoce de néctar para abelhas solitárias e outros insetos polinizadores no início da primavera, contribuindo para a manutenção das redes de polinização. Suas sementes possuem elaiossomos, estruturas ricas em lipídios que atraem formigas, promovendo a dispersão (mirmecocoria) e favorecendo o estabelecimento da espécie em locais adequados. The genome sequence of the sweet violet, Viola odorata L. (2025); Botanical Society of Britain and Ireland (BSBI). Viola odorata
Ao longo da história, foi utilizada na produção de perfumes, águas aromáticas e cosméticos, tornando-se uma das espécies florais mais tradicionais da indústria de fragrâncias. Saint-Lary et al. (2014)