Espécie / Nome Científico: Cochlospermum regium (Schrank) Pilg.
Família: Bixaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:62527-2 a espécie é nativa da Bolívia, Paraguai e das regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. https://www.iucnredlist.org/species/144137872/149001705.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/144137872/149001705.
Uso Medicinal: inflamação, infecções urinárias, gastrite, úlceras, problemas ginecológicos, anti-inflamatória, antimicrobiana e cicatrizante. Lorenzi, H.; Matos, F. J. A. (2008). Plantas Medicinais no Brasil. Instituto Plantarum.- Rodrigues, V. E. G.; Carvalho, D. A. (2001). Plantas Medicinais no Domínio dos Cerrados. UFLA. Silva, J. P. L. et al. (2010). Avaliação das atividades farmacológicas de Cochlospermum regium. Revista Brasileira de Farmacognosia.
Outros Usos: ornamental. Rodrigues, V. E. G.; Carvalho, D. A. (2001). Plantas Medicinais no Domínio dos Cerrados. UFLA.
Visão Geral: desempenha papel importante na manutenção da biodiversidade, servindo como fonte de néctar e pólen para polinizadores, especialmente abelhas e outros insetos. A espécie também contribui para a estabilidade do solo em ambientes abertos e participa da dinâmica ecológica típica desse bioma, adaptada a períodos de seca e ao regime natural de fogo. Oliveira, P. S.; Marquis, R. J. (2002). The Cerrados of Brazil: Ecology and Natural History of a Neotropical Savanna. Columbia University Press. Pott, A.; Pott, V. J. (1994). Plantas do Pantanal.
Cochlospermum regium recebe o nome popular algodão-do-campo porque seus frutos liberam fibras brancas semelhantes ao algodão quando maduros. Essas fibras envolvem as sementes e ajudam na dispersão pelo vento, facilitando a propagação da espécie no ambiente natural. Lorenzi, H.; Matos, F. J. A. (2008). Plantas Medicinais no Brasil. Instituto Plantarum.