Espécie / Nome Científico: Sabdariffa gossypiifolia (Mill.) MMHanes & RLBarrett
Família: Malvaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names: 3330774-4 nativa da África Central e Ocidental, ocorrendo em países como Congo, Gabão, Gana e Nigéria.Introduzida em diversas regiões tropicais da América, África e Ásia, incluindo o Sudeste do Brasil, Caribe, Índia, China e Sudeste Asiático.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. IUCN Red List.
Uso Medicinal: tônica, antioxidante, orexígena, laxante, diurético, anti-hipertensiva, hipocolesterolemiante, problemas respiratórios, cicatrização, antitérmica, vermífuga (tênia), antiescorbútica, problemas estomacais, calmante, tosse, bronquite, coqueluche, emoliente, refrescante intestinal, protetora das mucosas (bucal e bronquial), depurativa, problemas urinários, hipoglicemiante, icterícia, antimicrobiana, imunoestimulante, antianêmica, antigripal, antidiarreica, anti-inflamatória uterina, antiofídica, ansiedade, taquicardia, labirintite, problemas renais e pneumonia. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/hibiscus-sabdariffa.
Outros Usos: na produção de chás, sucos, geleias e corantes naturais e indústria alimentícia. Ornamental. FAO. LORENZI, H.; MATOS, F.J.A. 2002. LORENZI, H. Plantas Ornamentais no Brasil. 2001.
Visão Geral: relevante na atração e manutenção de polinizadores, especialmente abelhas e outros insetos, devido à produção abundante de néctar e pólen, além de sistemas agrícolas e agroecológicos, contribui para o aumento da biodiversidade funcional, favorecendo interações ecológicas como polinização e controle biológico indireto. Seu crescimento relativamente rápido permite cobertura eficiente do solo, auxiliando na redução da erosão e na conservação da umidade. LORENZI, H. Plantas Medicinais no Brasil. Instituto Plantarum, 2008 Literatura agronômica e ecológica do gênero Hibiscus.
Os cálices vermelhos são a parte mais utilizada da planta e dão origem ao famoso “chá de hibisco”, amplamente consumido no mundo. Referências: McKAY, D.L.; BLUMBERG, J.B. 2010