Espécie / Nome Científico: Maytenus macrocarpa (Ruiz & Pav.) Briq.
Família: Celastraceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:155542-2 Bolívia, Brasil Norte, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela. CARVALHO, P. E. R. Espécies Arbóreas Brasileiras. EMBRAPA, 2003; Flora do Brasil 2020 – Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Status de Conservação: não considerada de extinção. IUCN. https://www.iucnredlist.org/species/145657289/145657291.
Uso Medicinal: afrodisíacos, antidiarreicos, tônico para a saúde, pós-parto, cicatrização de fraturas ósseas, reumatismo, antimaláricos, antileishmania, resfriados, antibacteriana e antifúngica e citotóxica. https://www.mdpi.com/1420-3049/24/12/2288?utm_source=chatgpt.com
Outros Usos: em bebidas alcoólicas regionais para a produção de tônicos amargos comercializados em mercados amazônicos. Em práticas tradicionais de saúde e rituais de fortalecimento físico, nas comunidades indígenas e ribeirinhas. Rutter (1990). Schultes & Raffauf (1990). Brack Egg (1999).
Visão Geral: espécie arbórea nativa das florestas tropicais da Amazônia, contribuindo para a estrutura e a diversidade dos ecossistemas florestais. Seus frutos servem de alimento para aves e outros animais frugívoros, favorecendo a dispersão de sementes e a regeneração natural da floresta. Como componente do dossel e sub-bosque, participa da manutenção da biodiversidade e dos processos ecológicos associados às florestas amazônicas. PENNINGTON, T. D.; REYNEL, C. Árboles útiles de la Amazonía Peruana. Lima: DARWIN Initiative, 2008.
O nome popular chuchuhuasi deriva de palavras indígenas amazônicas que podem ser traduzidas como “árvore que treme” ou “costas trêmulas”, uma referência ao uso tradicional da casca para aliviar dores nas costas, reumatismo e fadiga física. A espécie é considerada uma das plantas medicinais mais importantes da Amazônia peruana. Schultes & Raffauf (1990). Brack Egg (1999).