Espécie / Nome Científico: Rosa x alba L.
Família: Rosaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:324761-2 nativa da Europa, com ocorrência registrada na França, Hungria, Espanha e Suíça. Introduzida em outras regiões da Europa e da Ásia, incluindo Bulgária, Reino Unido, Cazaquistão, Paquistão, Tadjiquistão, Uzbequistão e Bangladesh, além de algumas ilhas oceânicas, como as Ilhas Carolinas. Também foi introduzida em Comores e em localidades dos Estados Unidos, como Arkansas e Nova York.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. Kew Science; https://www.kew.org/science
Uso Medicinal: ansiedade leve, insônia, adstringente suave, diarreia, tonificante da pele, irritações da garganta e cavidade oral. BLUMENTHAL, M. et al. (2000). Herbal Medicine: Expanded Commission E Monographs. American Botanical Council.
Outros Usos: flores utilizadas na produção de perfumes. Ornamental. Referência: Lorenzi, H. (2002). Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum.; Royal Horticultural Society. Rosa alba – plant profile.
Visão Geral: essa rosa é valiosa para a fauna devido às suas flores, que atraem polinizadores. Além disso, contribui para a diversidade genética das plantas ornamentais e pode ser usada em projetos de recuperação ecológica. Flora do Brasil 2020; http://floradobrasil.jbrj.gov.br.
Rosa alba é conhecida como “rosa branca histórica” e está associada à Guerra das Rosas na Inglaterra, simbolizando a Casa de York. Wars of the Roses Royal Horticultural Society. Rosa alba – history.