Espécie / Nome Científico: Lychnophora pinaster Mart.
Família: Asteraceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:146424-2 nativa do Sudeste do Brasil (Minas Gerais e São Paulo)
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/202338281/202338283.
Uso Medicinal: antifúngico, antirreumático e analgésico. https://www.scielo.br/j/rbfar/a/FdyWxVjtC4BQqFWfcDnn9mj/?format=pdf
Outros Usos: pesquisas farmacológicas e fitoquímicas devido à presença de metabólitos bioativos. Conservação da flora dos campos rupestres por ser uma espécie nativa representativa desse ecossistema. Campos Rupestres no Brasil: Ecologia e Conservação. Fernandes, G. W. (org.). Campos Rupestres no Brasil: Ecologia e Conservação. Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson, 2016.
Visão Geral: espécie característica dos campos rupestres e do Cerrado, contribuindo para a biodiversidade e a estrutura da vegetação desses ecossistemas. Suas flores fornecem recursos para abelhas nativas e outros insetos polinizadores, favorecendo as redes de polinização. Ocorre principalmente em áreas conservadas, sendo considerada indicadora de elevada integridade ecológica. Coile & Jones (1981). Flora e Funga do Brasil (JBRJ).
Apresenta aspecto semelhante a pequenos arbustos de regiões frias, apesar de ser típica do Cerrado. Flora do Brasil 2020 (JBRJ); Semir, J. (1991).