Espécie / Nome Científico: Tanacetum parthenium (L.) Sch.Bip.
Família: Apocynaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:252460-1 nativa do sudeste da Europa, Oriente Médio e de partes do Sul da Ásia, ocorrendo desde a região dos Bálcãs e da Turquia até o Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão e o oeste do Himalaia. Introduzida em regiões da América do Norte, América Central e América do Sul, incluindo o Brasil, além de Europa, África, Ásia e Oceania, ocorrendo também em diversas ilhas dos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/202993/2758453
Uso Medicinal: anti-inflamatório, febre e prevenção de enxaquecas. Obs.: cautela com interações medicamentosas com anticoagulantes , antiagregantes plaquetários, AINEs, benzodiazepínicos e efeito aditivo com Triptofanos. SIMÕES, C. M. O. et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2017.
Outros Usos: ornamental. Lorenzi (2016).
Visão Geral: possui flores pequenas e ricas em néctar, que atraem abelhas, moscas polinizadoras e outros pequenos insetos, contribuindo para a manutenção da polinização local. Além disso, sua floração pode ocorrer por períodos relativamente longos, oferecendo uma fonte contínua de alimento para insetos, especialmente em épocas de menor disponibilidade de outras espécies floríferas. A planta também pode atuar como microhabitat, servindo de abrigo para pequenos invertebrados associados à vegetação herbácea, o que reforça seu papel na diversidade ecológica em ambientes cultivados e naturais. BRASIL. Ministério da Saúde. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Brasília, 2011.
O uso tradicional de Tanacetum parthenium para cefaleia e enxaqueca é reconhecido em documentos regulatórios europeus (EMA, 2010).