Espécie / Nome Científico: Acmella uliginosa (Sw.) Cass.
Família: Asteraceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:174556-1 nativa de amplas regiões da América Tropical, incluindo o norte da América do Sul, América Central e Caribe, ocorrendo em países como Bolívia, Colômbia, Venezuela e Guianas, além das regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil. Foi introduzida em diversas regiões tropicais do mundo, incluindo partes da África, do sul e sudeste da Ásia e da América do Sul, ocorrendo também em ilhas do Caribe, do oceano Índico e do Pacífico.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. Disponível em: https://www.iucnredlist.org/species/185500/84264653.
Uso Medicinal: analgésico, anti-inflamatório, anestésico, antimicrobiano, gastrointestinal estimulante salivar (sialagogo). BARBOSA, A. F. et al. Chemical constituents and biological activities of the genus Acmella. Molecules, v. 21, n. 5, 2016. PAULRAJ, J. et al. Pharmacological review of Acmella species. Journal of Ethnopharmacology, Limerick, v. 138, p. 1–14, 2011. RANI, S.; GUPTA, R. C. Biological activities of Acmella uliginosa. International Journal of Pharmaceutical Sciences Review and Research, v. 32, p. 123–128, 2015.
Outros Usos: utilizada na culinária como hortaliça condimentar e planta ornamental rústica em jardins naturais e áreas úmidas. Referências BARBOSA, A. F. et al. Chemical constituents and biological activities of the genus Acmella. Molecules, v. 21, n. 5, 2016. PAULRAJ, J. et al. Pharmacological review of Acmella species. Journal of Ethnopharmacology, Limerick, v. 138, p. 1–14, 2011. RANI, S.; GUPTA, R. C. Biological activities of Acmella uliginosa. International Journal of Pharmaceutical Sciences Review and Research, v. 32, p. 123–128, 2015.
Visão Geral: espécie importante em ambientes úmidos, margens de rios, brejos e solos encharcados. contribuindo para a cobertura do solo e redução da erosão. Fonte de recursos para polinizadores: Ecologicamente, desempenha funções relevantes nos ecossistemas tropicais, suas inflorescências produzem néctar e pólen, atraindo abelhas, pequenos insetos. Sua folha é larga e sua flor pode ser na cor amarelo-alaranjada. tem sido utilizada em estudos recentes de "química verde" para a síntese de nanopartículas de óxidos metálicos, com capacidade fotocatalítica para a degradação de poluentes. 5 Referência: Lorenzi, H. (2015). Plantas Ornamentais no Brasil. Instituto Plantarum.
A Acmella uliginosa contém compostos bioativos semelhantes aos do jambu, especialmente o espilantol, responsável pela sensação de formigamento e leve anestesia na boca — um efeito tão marcante que a planta é conhecida internacionalmente como “toothache plant” (planta da dor de dente). Spelman, K. et al. (2011). The traditional medicine Spilanthes acmella and its bioactive constituents. Journal of Ethnopharmacology.