Espécie / Nome Científico: Musa × paradisiaca L.
Família: Musaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:797595-1 Nativa da Malásia e Filipinas. Introduzida em regiões tropicais da Ásia, África, Oceania e Américas, incluindo Índia, China, Costa Rica, Equador, Honduras, Nicarágua, Porto Rico e diversas ilhas do Pacífico e do Oceano Índico.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. IUCN.
Uso Medicinal: antiofídica, adstringente, antidiarreica, nefrite, icterícia, tuberculoses, asma, Gonorreia, leucorreia, disenteria, hemorragia uterina, laringite, aftas, fortificante geral, aperiente, tônico muscular, tônico capilar, laxante, anemia, emoliente, maturativo, antidiarreico, afecções intestinais e peitorais. https://hortodidatico.ufsc.br/bananeira/#:~:text=Diarreia%20e%20disenteria:%20tomar%20o,M.V.P.%2C%20S%C3%A3o%20Paulo%2C%20SP
Outros Usos: na alimentação (frutas, farinhas), produção de fibras e uso em sistemas agroecológicos. Na culinária em bolos, biscoitos, pizzas, em sucos, sopas, feijões, purês e vitaminas. Ornamental. FAO. https://hortodidatico.ufsc.br/bananeira/#:~:text=Diarreia%20e%20disenteria:%20tomar%20o,M.V.P.%2C%20S%C3%A3o%20Paulo%2C%20SP. Lorenzi, 2008
Visão Geral: contribui para a ciclagem de nutrientes e o enriquecimento do solo por meio da elevada produção de biomassa. Fornece abrigo para a fauna e favorece a diversidade de micro-organismos associados. Seus frutos constituem recurso alimentar para diferentes espécies animais. Em sistemas agroflorestais, desempenha papel relevante na estruturação do ecossistema, auxiliando no sombreamento, na conservação da umidade e na manutenção da biodiversidade. FAO; literatura agroecológica.
A banana que consumimos não possui sementes funcionais, sendo resultado de um longo processo de domesticação, seleção humana e propagação vegetativa. Robinson & Galán Saúco (2010); FAO (2021).