Espécie / Nome Científico: Cereus jamacaru DC.
Família: Cactácea
Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/7282182 nativa das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Introduzida no sul da África, incluindo África do Sul, Essuatíni e Lesoto. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:53061-2.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. Royal Botanic Gardens, Kew. Plants of the World Online – Cereus jamacaru. https://powo.science.kew.org/.
Uso Medicinal: diurética, bronquite, tosse, catarro, hipocolesterolemiante, úlcera estomáquica, sífilis, laxante, antiescorbútica, vermífuga, cicatrizante, antitumoral, cardiotônica, febrífuga, anti-inflamatória, distúrbios renais, hepáticos e digestivos. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/cereus-jamacaru.
Outros Usos: seus frutos são comestíveis e consumidos por populações locais e pela fauna. Forragem emergencial para o gado durante períodos de seca, após a remoção dos espinhos. Ornamental. Lorenzi, H. (2009). Árvores Brasileiras. Instituto Plantarum. Taylor, N.; Zappi, D. (2004). Cacti of Eastern Brazil. Royal Botanic Gardens, Kew.
Visão Geral: no ecossistema da Caatinga, fornece abrigo e alimento para aves, morcegos e insetos polinizadores. Suas flores, que se abrem geralmente à noite, são polinizadas principalmente por morcegos e insetos noturnos. Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
É popularmente conhecida como mandacaru, sendo um dos símbolos da Caatinga brasileira e frequentemente mencionada na cultura popular nordestina, inclusive em músicas e literatura regional. Taylor, N.; Zappi, D. (2004). Cacti of Eastern Brazil. Royal Botanic Gardens, Kew.