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guiné

Petiveria alliacea L.
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Petiveria alliacea L.

Família: Phytolacaceae

Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:323288-2 Nordeste da Argentina, Noroeste da Argentina, Bahamas, Belize, Bolívia, Norte do Brasil, Nordeste do Brasil, Sul do Brasil, Sudeste do Brasil, Centro-Oeste do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, El Salvador, Flórida, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas de Sotavento, Centro do México, Golfo do México, Nordeste do México, Noroeste do México, Sudeste do México, Sudoeste do México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Caribe Sudoeste, Suriname, Texas, Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela, Antilhas Venezuelanas, Ilhas de Barlavento.

Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://powo.science.kew.org/taxon/urn%3Alsid%3Aipni.org%3Anames%3A323288-2/general-information

Usos Práticos

Uso Medicinal: ansiedade, dor, déficits de memória, convulsões, anestésica e sedativa, diurética, antiespasmódica, emenagoga, analgésica, anti-inflamatória, antileucêmica, antirreumática, anti-helmíntica, antimicrobiana e depurativa https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26944236/

Outros Usos: em rituais afro-americanos. Ornamental. Lorenzi, H.; Souza, H.M. Plantas Ornamentais no Brasil: Arbustivas, Herbáceas e Trepadeiras. Instituto Plantarum, 2001. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26944236/

Importância Ecológica

Visão Geral: espécie nativa amplamente distribuída nas regiões tropicais das Américas, ocorrendo frequentemente em áreas abertas, perturbadas e em regeneração. Sua presença contribui para a cobertura vegetal e para a manutenção da biodiversidade local, além de fornecer recursos florais para insetos e participar das interações ecológicas dos ecossistemas onde ocorre. Flora do Brasil 2020.

Curiosidade

Conhecida como guiné, Petiveria alliacea é utilizada em práticas religiosas afro-brasileiras e de origem africana, sendo empregada em rituais de proteção espiritual e purificação. Registros etnobotânicos indicam seu uso no Brasil desde o período colonial e da escravidão. Albuquerque & Hanazaki (2006). Camargo (2014).

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.