Espécie / Nome Científico: Justicia pectoralis Jacq.
Família: Acanthaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names: 47290-1 nativa da América Tropical, ocorrendo na América Central e América do Sul, incluindo Bolívia, Colômbia, Paraguai, Peru e as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. Introduzida em algumas ilhas do Caribe e no sul dos Estados Unidos.
Status de Conservação: não possui avaliação global específica publicada na Lista Vermelha da IUCN.
Uso Medicinal: adstringente, expectorante, broncodilatadora, sedativa, cicatrizante, emenagoga, hepatoprotetora, antirreumática, ácido úrico, tranquilizante, antinatural, broncodilatadora, antitussígena, antiepiléptica, orexígena, analgésica arteriosclerose, gastralgia, gastrite, febre, pneumonia, afrodisíaca, alucinógena, antianêmica, bronquite, chiado no peito e respiração difícil, anti-inflamatória, próstata, entorse, abscessos, antirreumática e antiparasitária. Obs.: Pode potencializar anticoagulantes devido à presença de cumarinas. Ministério da Saúde. Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. 2016. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/justicia-pectoralis
Outros Usos: empregada na produção de chás. Utilizada em paisagismos de jardins medicinais e naturais. Instituto Federal Baiano. Justicia pectoralis (Anador).
Visão Geral: contribui para a manutenção da biodiversidade ao fornecer recursos florais, como néctar e pólen, para insetos polinizadores. Por ocorrer em áreas abertas, bordas de mata e ambientes antropizados, a espécie participa das interações ecológicas entre plantas e polinizadores, auxiliando na conservação desses organismos e na dinâmica dos ecossistemas tropicais. Além disso, integra a vegetação herbácea nativa, contribuindo para a diversidade florística dos ambientes onde ocorre. Royal Botanic Gardens, Kew. Justicia pectoralis Jacq.
Conhecida como “anador” em algumas regiões, devido ao seu uso popular como calmante natural. (Leal et al., 2017).