Espécie / Nome Científico: Cucurbita pepo L.
Família: Cucurbitaceae
Ocorrência (Local): https://www.iucnredlist.org/species/20742885/20755901 nativa do México, ocorrendo em suas regiões central, nordeste, noroeste, sudeste, sudoeste e região do Golfo. Introduzida em diversas regiões da América, Europa, África, Ásia e Oceania, incluindo o sul do Brasil, além de numerosas ilhas tropicais e subtropical. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:292416-1
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/20742885/20755901
Uso Medicinal: vermífugo, erisipela, retenção urinária, déficit de zinco, antifúngica, cicatrização de ossos fraturados, deficiência de vitamina A, feridas, corrimento vaginal (banho de assento), antidiarreico, prisão de ventre, estomáquica, antitérmica, antioxidante próstata anti-inflamatória, gastrite, constipação, abscessos, queimadura, desconforto na gestação, tuberculose, diabetes mellitus, resfriados e analgésica. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/cucurbita-pepo.
Outros Usos: amplamente utilizada na alimentação (frutos e sementes), produção de óleo, indústria alimentícia e alimentação animal. Suas flores também são comestíveis e muito usadas na culinária. Utilizada em hortas ornamentais, jardins produtivos e projetos de paisagismo comestível. EMBRAPA. Cultivo de abóbora e moranga. Brasília: Embrapa, 2010. LORENZI, H. Plantas para jardim no Brasil. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2013.
Visão Geral: importante para polinizadores (especialmente abelhas), para sistemas agrícolas diversificados e na cobertura do solo, reduzindo erosão. FREE, J. B. Insect pollination of crops. London: Academic Press, 1993.
É uma das plantas domesticadas mais antigas da humanidade (mais de 7.000 anos). Inclui variedades como abobrinha, abóbora e patisson. SMITH, B. D. The initial domestication of cucurbita pepo in the Americas. Science, 1997.