Voltar ao Catálogo

losna

Artemisia absinthium L.
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Artemisia absinthium L.

Família: Asteraceae

Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/3121319 a espécie é nativa de amplas regiões da Europa, estendendo-se ao norte da África, Oriente Médio, Ásia Central e partes da Ásia temperada, incluindo regiões da Sibéria e do Himalaia. A espécie foi introduzida em diversas regiões do mundo, incluindo amplas áreas da América do Norte, Central e do Sul, além de partes da África, Ásia e Oceania. Também ocorre em numerosas ilhas do Atlântico e do Pacífico. https://powo.science.kew.org/results?q=Artemisia

Status de Conservação: não considerada ameaçada. International Union for Conservation of Nature (IUCN). https://www.iucnredlist.org.

Usos Práticos

Uso Medicinal: digestiva, orexígena, galactagoga, carminativa, gastroprotetora, antitérmica, ansiolítica, afrodisíaca, anti-inflamatória, antidiarreica, malária, dor de cabeça, hepatite, ferimentos e picadas de insetos, distúrbios digestivos, vesícula biliar, vermífuga, diabetes tipo 2, tônica, depurativa, epilepsia, micose e sarna, reprodutor feminino, anti-helmíntica, desintoxicante, antídoto (para cogumelos venenosos), menorragia, esplenomegalia, hematomas de contusões, antiflatulenta, cólicas, antidispéptica, antisséptica, diurética, dores abdominais, catarata e problemas no ouvido. Obs.: contém tujona; uso excessivo pode causar neurotoxicidade e convulsões. Pode interagir com anticonvulsivantes. EMA. Assessment Report on Artemisia absinthium. 2017. https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/artemisia-absinthium.

Outros Usos: ingrediente da bebida alcoólica absinto, repelente natural de insetos e aromática em jardins medicinais. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. WHO – World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, 2007.

Importância Ecológica

Visão Geral: atrai insetos polinizadores, resistente a solos pobres e períodos de seca. Pode atuar como espécie aromática repelente em consórcios agrícolas e em algumas regiões, pode comportar-se como espécie invasora. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. WHO – World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, 2007.

Curiosidade

É a planta que dá origem ao tradicional licor “absinto”, popular na Europa do século XIX. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC1475830/

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.