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flor-azul

Clitoria ternatea L.
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Clitoria ternatea L.

Família: Fabaceae

Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/2946519 Angola, Benin, Burkina, Burundi, Camarões, Cabo Verde, Faixa de Caprivi, República Centro-Africana, China Centro-Sul, China Sudeste, RD Congo, Eritreia, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Golfo da Guiné, Estados do Golfo, Hainan, Quénia, Malawi, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Províncias do Norte, Arábia Saudita, Senegal, Serra Leoa, Somália, Sudão-Sudão do Sul, Taiwan, Tanzânia, Togo, Uganda, Iémen, Zâmbia, Zimbabué.

Status de Conservação: a espécie não é considerada ameaçada de extinção. Royal Botanic Gardens, Kew. Plants of the World Online - Clitoria ternatea L.

Usos Práticos

Uso Medicinal: antioxidante, anti-inflamatória, ansiolítica, nootrópica (melhora da memória), antidiabética, febre, inflamação, problemas respiratórios e distúrbios do sistema nervoso. Mukherjee, P. K. et al. (2008). The Ayurvedic medicine Clitoria ternatea—From traditional use to scientific assessment. Journal of Ethnopharmacology, 120(3), 291–301. Oguis, G. K. et al. (2019). The biological activity and therapeutic potential of Clitoria ternatea. Journal of Food Science and Nutrition, 7, 1511–1520.

Outros Usos: as flores são amplamente utilizadas como corante natural azul em alimentos e bebidas. Na culinária a infusão das flores é usada para colorir arroz, sobremesas e bebidas. O extrato da flor em produtos cosméticos e produtos naturais, além de servir como forrageira e como adubo verde. Duke, J. A. (2002). Handbook of Medicinal Herbs.

Importância Ecológica

Visão Geral: a espécie possui associação simbiótica com bactérias fixadoras de nitrogênio, contribuindo para a fertilidade do solo. Suas flores ricas em néctar atraem polinizadores, especialmente abelhas e borboletas, desempenhando papel importante na manutenção da biodiversidade em ecossistemas tropicais. A espécie também pode ser utilizada na recuperação de solos degradados e no controle da erosão. Cook, B. G. et al. (2005). Tropical Forages: an interactive selection tool. CSIRO, Australia. Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Curiosidade

As flores de Clitoria ternatea possuem pigmentos naturais chamados ternatinas, responsáveis pela coloração azul intensa. Esses pigmentos mudam de cor dependendo do pH: quando se adiciona limão ou outro ácido à infusão das flores, a bebida muda de azul para roxo ou rosa, fenômeno bastante explorado em bebidas e coquetéis naturais. Mukherjee, P. K. et al. (2008). The Ayurvedic medicine Clitoria ternatea—From traditional use to scientific assessment. Journal of Ethnopharmacology, 120(3), 291–301. Oguis, G. K. et al. (2019). The biological activity and therapeutic potential of Clitoria ternatea. Journal of Food Science and Nutrition, 7, 1511–1520.

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.