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baru

Dipteryx alata Vogel
Taxonomia e Local

Espécie / Nome Científico: Dipteryx alata Vogel

Família: Fabaceae

Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:492757-1 nativa da Bolívia, nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e Paraguai.

Status de Conservação: a espécie é considerada ameaçada de extinção, classificada como Vulnerável (VU). https://www.iucnredlist.org/species/32984/111305198.

Usos Práticos

Uso Medicinal: anti-inflamatória, tônica e antioxidante. Simões, C.M.O. et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento (2017).

Outros Usos: amêndoa comestível consumida na alimentação (baru), madeira de alta qualidade empregada na construção. Ornamental. Lorenzi, H. Árvores Brasileiras (2002).

Importância Ecológica

Visão Geral: fundamental na manutenção da biodiversidade no cerrado. Seus frutos são importante fonte de alimento para diversos animais, como roedores, aves e mamíferos, contribuindo para a dispersão de sementes (zoocoria). Por ser uma leguminosa, também participa da ciclagem de nutrientes e pode contribuir para a fertilidade do solo. Além disso, sua presença ajuda na estruturação do ecossistema, fornecendo sombra, abrigo e estabilidade ambiental, sendo relevante em processos de restauração ecológica. Ribeiro, J.F.; Walter, B.M.T. Fitofisionomias do Bioma Cerrado (2008) https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/186922/1/CERRADO-Ecologia-e-flora-VOL-1-152-213. PDF

Curiosidade

Conhecida como baru, é que sua castanha é muito nutritiva e ganhou destaque na gastronomia brasileira por apresentar alto teor de proteínas, fibras e antioxidantes. Sano, S. M., Ribeiro, J. F., & Brito, M. A. (2004). Baru: biologia e uso. Embrapa Cerrados.

Mapa de Ocorrência Global
Mapa indisponível.
O registro geográfico não existe, ou não é preciso.