Espécie / Nome Científico: Achyrocline satureioides (Lam.) DC.
Família: Asteraceae
Ocorrência (Local): nativa do nordeste e noroeste da Argentina, Bolívia, das regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além de Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Introduzida na Espanha.
Status de Conservação: não é considerada ameaçada. Brasil (CNCFlora)
Uso Medicinal: digestiva, carminativa, antiespasmódica, anti-inflamatória, calmante leve, má digestão e cólicas. Obs.: pode potencializar medicamentos anticoagulantes devido aos flavonoides. Ministério da Saúde. Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. 2016. World Health Organization. Selected Medicinal Plants.
Outros Usos: utilizada em infusão (chá), aromatização de ambientes, cosméticos naturais, rituais e tradições populares. Ornamental Referência: Simões, C. M. O. et al. (2017). EMBRAPA.
Visão Geral: importância ecológica Importante para a manutenção de polinizadores. Atua como espécie pioneira em áreas abertas, contribuindo para a regeneração ambiental e estabilização do solo. Referência: Flora do Brasil 2020 BFG – The Brazil Flora Group. (2020). Achyrocline satureioides (Lam.) DC. Disponível em: http://floradobrasil.jbrj.gov.br.
A macela é tradicionalmente colhida antes do amanhecer da Sexta-feira Santa, pois acredita-se que nesse momento suas propriedades medicinais estão mais intensas — um costume cultural bastante preservado no sul do Brasil. Referência: Lorenzi, H.; Matos, F. J. A. (2008). Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas Cultivadas. Instituto Plantarum.