Espécie / Nome Científico: Aloysia virgata (Ruiz & Pav.) Pers.
Família: Verbenaceae
Ocorrência (Local): https://www.gbif.org/pt/species/7297208 nativa do nordeste e noroeste da Argentina, Bolívia, das regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além de Paraguai e Peru. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:861090-1
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/189176860/189176862.
Uso Medicinal: calmante leve, desconfortos digestivos leves, náusea, vômito, ansiedade, insônia, alívio de palpitações cardíacas, estimulante, anti-reumático e doenças de pele. Obs.: há escassez de estudos farmacológicos aprofundados que comprovem essas indicações, sendo necessário cautela no uso terapêutico. BFG – The Brazil Flora Group. Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Outros Usos: ornamental. BFG – The Brazil Flora Group. Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Visão Geral: espécie nativa importante para a manutenção da biodiversidade local que produz grande quantidade de néctar. Floração prolongada (primavera e verão), oferecendo recurso alimentar contínuo, além de atrair abelhas nativas sem ferrão (Meliponini), abelhas africanizadas, beija-flores e borboletas. LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol. 1. 8. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2014. IMPERATRIZ-FONSECA, V. L.; CANHOS, D. A. L.; ALVES, D. A.; SARAIVA, A. M. (org.).
Conhecida popularmente como alfazema-do-Brasil, embora não pertença ao gênero Lavandulan ou lixeira. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.