Espécie / Nome CientÃfico: Paullinia cupana Kunth
FamÃlia: Sapindaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:784110-1 Brasil Norte, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Venezuela.
Status de Conservação: não é considerada ameaçada de extinção. Flora e Funga do Brasil.
Uso Medicinal: neuralgia, antidiarreica, afrodisÃaca, vasodilatadora, adstringente, purgativa, analgésica, cardioprotetora, antidisentérica, enxaqueca, antimalárica, ictiotópica, tônica geral, cardiotônica, febrÃfuga, aterosclerose, neurotônica, anti-hemorrágica, antidspéptica, diurética, sedativa e emagrecimento, antimicrobiana, antioxidante, anticancerÃgena, estimulante cognitiva, hepatoproteção, auxÃlio na perda de peso e neuroestimulante, https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/paullinia-cupana. https://link.springer.com/article/10.1016/j.bjp.2018.08.007.
Outros Usos: na produção de refrigerantes, bebidas energéticas, sorvetes, cremes, produtos farmacêuticos e cosméticos. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6080595/
Visão Geral: trepadeira lenhosa nativa da Amazônia que contribui para a manutenção da biodiversidade ao fornecer recursos florais para abelhas e outros insetos polinizadores. Seus frutos são consumidos por aves, que atuam na dispersão das sementes, favorecendo a regeneração natural e a dinâmica dos ecossistemas amazônicos. Fundamental na produção agrÃcola dessa espécie vegetal de importância econômica. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6080595/
A espécie é monóica, ou seja, cada planta produz flores pistiladas. Assim, depende da polinização cruzada para a frutificação, sendo as abelhas diurnas tradicionalmente citadas como os principais polinizadores. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6080595/