Espécie / Nome Científico: Erythrina falcata Benth.
Família: Fabaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names: 494421-1 nativa da Argentina, Bolívia, Paraguai e Peru, além de todas as regiões do Brasil. Introduzida no Quênia.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. https://www.iucnredlist.org/species/153627277/153656801.
Uso Medicinal: sedativa, ansiolítica, relaxante muscular, insônia, ansiedade e distúrbios nervosos. Obs.: uso cauteloso devido à presença de compostos potencialmente tóxicos. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. SIMÕES, C. M. O. et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2017.
Outros Usos: a madeira é leve e utilizada na confecção de objetos simples, como caixotaria, artesanato e brinquedos. Utilizada como árvore de sombreamento em sistemas agroflorestais e na recuperação de áreas degradadas. Ornamental. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Vol. 1. 5. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.
Visão Geral: espécie importante para a fauna, especialmente aves e insetos, devido à produção abundante de néctar em suas flores. Atua como planta pioneira ou secundária inicial, contribuindo para a regeneração de áreas degradadas e enriquecimento da biodiversidade. RIBEIRO, J. F.; WALTER, B. M. T. As principais fitofisionomias do bioma Cerrado. In: SANO, S. M.; ALMEIDA, S. P.; RIBEIRO, J. F. (Ed.). Cerrado: ecologia e flora. 1. ed. Brasília: Embrapa, 2008. p. 151–212. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Vol. 1. 5. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.
Conhecida popularmente como “corticeira”, pertence a um gênero famoso por suas flores vistosas e pela associação com aves, especialmente beija-flores, que atuam como polinizadores. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Vol. 1. 5. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.