Espécie / Nome Científico: Mentha × villosa Huds.
Família: Lamiaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:451312-1 nativa da Europa Central, ocorrendo em países como Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Hungria, Itália e Suíça. Introduzida em partes da América do Norte, Caribe, Europa e norte da África, incluindo Estados Unidos, Canadá, Porto Rico, Haiti, Espanha e Marrocos. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:451312-1
Status de Conservação: não considerada ameaçada. CNCFlora.
Uso Medicinal: digestiva, calmante leve, carminativa, gripes, resfriados, antiespasmódica, expectorante, má digestão, cólicas, gases e afecções respiratórias leves. MARTINS, 2000. MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais: Guia de Seleção e Emprego de Plantas Usadas em Fitoterapia no Nordeste do Brasil. 3. ed. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2007.
Outros Usos: também utilizado na culinária de vários povos em carnes, saladas, sucos e chá refrescante. Preparação de mojitos. Ornamental. McGEE, H. On Food and Cooking: The Science and Lore of the Kitchen. Scribner, 2004. https://eic.ifsc.usp.br/hortela/.
Visão Geral: espécie aromática que atrai polinizadores e contribui para a diversidade de insetos em ambientes urbanos e rurais. Em hortas e jardins, pode atuar como planta funcional, auxiliando no equilíbrio ecológico e influenciando a presença de pragas. Além disso, contribui para a cobertura do solo, favorecendo sua proteção em sistemas de cultivo domésticos. LORENZI, 2008.
Essa planta ganhou destaque no Brasil por ser uma das principais fontes vegetais utilizadas na produção de fitoterápicos à base de hortelã empregados no combate à esquistossomose, devido à presença de óleos essenciais ricos em compostos bioativos, especialmente a piperitenona óxido. MORAIS, S. M.; CAVALCANTI, E. S. B.; BERTINI, L. M. et al. Chemical composition and larvicidal activity of essential oils from Mentha × villosa against Schistosoma mansoni. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 2007.