Espécie / Nome Científico: Rosa gallica L.
Família: Rosaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:732569-1 nativa da Europa meridional e oriental e do sudoeste da Ásia, ocorrendo em países como Albânia, Áustria, Bulgária, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Polônia, Romênia, Suíça e Turquia, além de regiões da Rússia europeia, do Cáucaso e do Iraque. Introduzida em diversas regiões da Europa, norte da África, Ásia, Oceania e América do Norte, incluindo Portugal, Espanha, Países Baixos, Belarus, Líbia, Tunísia, Tadjiquistão, Nova Zelândia, sul da Austrália e numerosas províncias do Canadá e states of the United States.
Status de Conservação: essa espécie possui dados insuficientes. https://www.iucnredlist.org/species/203448/2765719.
Uso Medicinal: irritações da pele, anti-inflamatório, ansiedade leve, adstringente, diarreia leve e desconfortos gastrointestinais. BLUMENTHAL, M. et al. (2000). Herbal Medicine: Expanded Commission E Monographs. American Botanical Council.
Outros Usos: flores utilizadas na produção de perfumes. Ornamental. Lorenzi, H. (2002). Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum.; Encyclopedia of Garden Plants – Royal Horticultural Society.
Visão Geral: conhecida por atrair polinizadores, esta espécie desempenha um papel vital na biodiversidade de jardins e áreas naturais. Suas flores e frutos são recursos importantes para a fauna local. Flora do Brasil 2020; http://floradobrasil.jbrj.gov.br
É uma das espécies ancestrais das rosas a espécie era cultivada pelos gregos e romanos, sendo amplamente utilizada em jardins medievais. HUXLEY, A. (ed.). The New Royal Horticultural Society Dictionary of Gardening. London: Macmillan, 1992.