Espécie / Nome Científico: Pristimera celastroides (Kunth) A.C. Sm.
Família: Celastraceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:210308-2 nativa das Américas, ocorrendo desde o México e a América Central até a América do Sul, incluindo Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina, além de Porto Rico, República Dominicana, das Ilhas de Sotavento e das Ilhas de Barlavento. No Brasil, ocorre nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
Status de Conservação: não considerada ameaçada Kew Science; https://www.kew.org/science.
Uso Medicinal: não há uso tradicional consolidado nem indicação terapêutica confiável para essa espécie específica. Pouco estudada etnofarmacologicamente. Flora do Brasil 2020; Spivey, A. C. et al. (2002). Celastraceae triterpenes – Chemical Reviews.
Outros Usos: não há registros de uso na alimentação ou preparo de chás, possível toxicidade. Ornamental. Flora do Brasil 2020; Spivey, A. C. et al. (2002). Celastraceae triterpenes.
Visão Geral: é uma planta-chave em ecossistemas florestais, contribuindo para a diversidade de espécies. Suas folhas e frutos servem como alimento para animais, e sua presença ajuda a manter o equilíbrio ecológico nas florestas tropicais. Flora do Brasil 2020. http://floradobrasil.jbrj.gov.br.
A família celastraceae em alguns casos, são potencialmente tóxicos, utilizados pela própria planta como defesa contra herbívoros. Sousa, M. P. et al. (1991). Constituintes químicos ativos de plantas medicinais brasileiras. UFC.