Espécie / Nome Científico: Mandevilla illustris (Vell.) Woodson
Família: Apocynaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:151981-2 nativa da Bolívia, das regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e Paraguai. https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:151981-2
Status de Conservação: dependente da conservação do Cerrado, podendo sofrer com perda de habitat. CNCFlora (2023).
Uso Medicinal: anti-inflamatória. Calixto et al. (1985); estudos farmacológicos brasileiros.
Outros Usos: ornamental. Calixto et al. (1985); Flora do Brasil 2020
Visão Geral: relevante na estruturação da vegetação, contribuindo para a complexidade dos ambientes onde ocorre. Suas flores vistosas atraem diversos polinizadores, especialmente abelhas e borboletas, favorecendo a polinização cruzada e a manutenção da diversidade genética das populações vegetais. Além disso, serve como suporte e abrigo para pequenos organismos, integrando importantes interações ecológicas. Comum em ambientes abertos e bordas de Cerrado, participa da ciclagem de nutrientes, auxilia nos processos de regeneração da vegetação e apresenta adaptação a solos pobres e períodos sazonais de seca, contribuindo para a estabilidade e a biodiversidade desses ecossistemas. Flora do Brasil 2020; Woodson (1933).
Conhecida como “infalível”, devido à crença popular de neutralizar venenos de serpentes, sendo amplamente utilizada na medicina tradicional do Cerrado para esse fim. Calixto, J.B. et al. (1985) – Pharmacological evaluation of Mandevilla velutina; Lorenzi, H.; Matos, F.J.A. (2008) – Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas;