Espécie / Nome Científico: Synsepalum dulcificum (Schumach. & Thonn.)
Família: Sapotaceae
Ocorrência (Local): https://powo.science.kew.org/taxon/urn:lsid:ipni.org:names:789924 nativa da África Ocidental e Central Benin, Camarões, República Centro-Africana, Congo, RD Congo, Gabão, Gana, Costa do Marfim, Nigéria. Introduzida em Trinidad e Tobago, no Caribe.
Status de Conservação: não considerada ameaçada. IUCN- Red List
Uso Medicinal: utilizada para auxiliar na alteração do paladar e em pacientes com quimioterapia. Boltong, A. et al. (2011). Taste and taste changes experienced by patients during chemotherapy. Supportive Care in Cancer, 19, 303–312.
Outros Usos: na indústria cosmética como aditivo. Fruto utilizado para modificar o sabor de alimentos ácidos e coadjuvantes em dietas. Indicada para jardins tropicais e coleções botânicas. Lorenzi (2016). Theerakulkait, C. & Cadwallader, K. R. (1995). Estudos sobre proteínas modificadoras de sabor em Synsepalum dulcificum.
Visão Geral: a espécie contribui para ecossistemas florestais tropicais da África Ocidental, participando da oferta de frutos para fauna frugívora, especialmente aves e pequenos mamíferos, que auxiliam na dispersão de sementes. Também integra a diversidade estrutural de sub-bosques úmidos. Onana, J.-M. (2011). The vascular plants of Cameroon: a checklist with IUCN red data status. Smithsonian Institution / Flore du Cameroun.
Chamado efeito “milagroso”, que pode durar cerca de 1 a 2 horas após o consumo do fruto, período em que a substância miraculina atua modificando a percepção dos receptores de sabor ácido na língua, fazendo com que alimentos como limão e outros ácidos sejam percebidos como doces, conhecidas como “miracle fruit parties”. Theerakulkait, C. & Cadwallader, K. R. (1995). Estudos sobre proteínas modificadoras de sabor em Synsepalum dulcificum.